Disrupções globais estão elevando os preços de formas que o Fed não pode resolver. Veja o que está acontecendo e por que o Congresso precisa agir.
Você notou que suas contas de supermercado e os preços da gasolina estão subindo rapidamente ultimamente? Você não está sozinho, e há uma história maior por trás desses aumentos de preços que vai além dos ciclos econômicos normais.
O mundo está enfrentando uma nova era de choques na cadeia de suprimentos (disrupções na forma como os bens se movem ao redor do mundo). Nos últimos seis anos, vimos três grandes crises: COVID-19, a invasão da Ucrânia pela Rússia, e agora conflitos afetando o Estreito de Ormuz (uma rota de transporte crucial para o petróleo). Esses eventos criam escassez que levam a preços mais altos para itens do dia a dia.
Quando essas crises ocorrem, elas causam dois tipos de inflação (aumento de preços):
• Inflação de "efeito cascata": Quando bens essenciais como energia ficam caros, tudo que depende deles também fica mais caro. Por exemplo, preços mais altos do petróleo tornam os alimentos mais caros porque as fazendas precisam de combustível para equipamentos e os caminhões precisam de gasolina para entregas.
• Inflação de "poder de mercado": Algumas grandes empresas usam crises como desculpa para aumentar os preços ainda mais do que o necessário, sabendo que os consumidores têm poucas alternativas. Mesmo após o fim da crise, esses preços mais altos muitas vezes permanecem.
Pequenos negócios sofrem mais durante essas disrupções. Quando os suprimentos são escassos, grandes empresas usam seu poder de compra para garantir o que precisam, deixando concorrentes menores lutando para encontrar materiais essenciais. Isso torna as grandes corporações ainda mais dominantes em seus setores.
O Federal Reserve (o banco central dos EUA) não pode consertar rotas de transporte quebradas ou impedir que empresas explorem crises. É por isso que especialistas argumentam que o Congresso precisa intervir com novas políticas para proteger consumidores e pequenos negócios desses choques econômicos previsíveis, mas prejudiciais.
Este é um resumo gerado por IA. Leia o artigo original em: MarketWatch