O banco de investimento espera que a atividade de fusões em 2026 iguale o recorde de 2021, à medida que as empresas correm para se combinar.
Grandes empresas estão comprando e se fundindo a um ritmo recorde, e o Goldman Sachs diz que este ano pode ser um dos mais movimentados de todos os tempos.
O Goldman Sachs (um grande banco de investimento que ajuda empresas a comprar e se fundir) revelou que 2026 está se moldando para igualar o recorde de 2021 em atividade de fusões e aquisições (quando empresas se combinam ou compram umas às outras).
"Estamos no caminho para estar perto do recorde, se não ultrapassar o recorde de 2021", disse John Waldron, Presidente do Goldman Sachs, em uma conferência financeira em Nova York.
Aqui estão os principais fatos: • Mais de 1,2 trilhões de dólares em negócios de empresas aconteceram apenas nos primeiros três meses de 2026 • O recorde de 2021 foi de 5,8 trilhões de dólares em fusões totais • O Goldman Sachs aconselhou em grandes negócios como a combinação dos negócios alimentares da Unilever e McCormick em uma empresa de 65 bilhões de dólares • Apesar das preocupações com a guerra no Irã afetando os mercados, as empresas ainda estão ansiosas para se fundir
Por que isso importa? Quando grandes empresas se fundem, pode afetar:
A conclusão: A América Corporativa está em uma onda de compras, com empresas comprando e se fundindo em níveis quase recordes, apesar das incertezas globais.
Este é um resumo gerado por IA. Leia o artigo original em: https://www.investing.com/news/stock-market-news/goldman-sachs-merger-volumes-set-to-match-2021-record-93CH-4715042